Conheça nossa equipe
Karen Sakayo
Fundadora e Diretora de Planejamento e Treinamento
Graduada em Pedagogia pela Universidade de Brasília, com formação e atuação profissional em Circo e Yoga. Hoje, é atleta da modalidade Para-Badminton e treina diariamente no Caminhar.
Virgínia Lira
Fundadora e Diretora Administrativa-Financeira
Graduada em Pedagogia pela Universidade de Brasília, direcionou sua formação e atuação para Pedagogia Empresarial e Administração. Possui vasta experiência em gestão de pessoas e gerenciamento de processos.
Ícaro Medeiros
Gerente Geral
Graduado em Pedagogia pela Universidade de Brasília, atuou na gestão e elaboração de projetos sociais financiados pela UNESCO. Também possui experiência com palestras de diversificados temas e na coordenação de escolas de ensino fundamental e médio.
Alana Estácio
Especialista no Método Dardzinski (Certified Provider Spinal Cord Injury Recovery Trainer)
Graduada em Fisioterapia pela Universidade Católica de Brasília, com formação em Pilates e em Reeducação Postural Global – RPG/SOUCHARD. Tem experiência nas áreas de ortopedia, hidroterapia e neurologia e atua nas áreas de Pilates, RPG e Neurologia (recuperação de lesão medular).
Diogoye Ruffino
Especialista no Método Dardzinski CSRT (Certified Spinal Cord Injury Recovery Trainer)
Graduado em Fisioterapia pela Universidade Católica de Brasília; pós-graduado em Fisioterapia Ortopédica, com ênfase em Terapias Manuais; especialista em Fisioterapia Respiratória aplicada à UTI; e especialista em RPG (Reeducação Postural Global). Após a sua graduação, desenvolveu atividades em clínicas particulares em Salvador e Brasília e também chegou a assumir o cargo de fisioterapeuta-chefe do turno da tarde do SESI.
Tadeu Alves
Especialista no Método Dardzinski (Certified Provider Spinal Cord Injury Recovery Trainer)
Graduado em Fisioterapia pela Universidade Católica de Brasília e pós-graduando no curso de Gestão em Saúde Pública pela Universidade Federal de Uberlândia. Possui capacitação em recuperação de traumatologia do esporte, Polissonografia, Ventilação Não-Invasiva e em Classificação Internacional de Funcionalidade, Incapacidade e Saúde (CIF). Participou do projeto de recuperação traumato-ortopédica do Hospital Universitário da Católica de Brasília, atuou em clínicas de recuperação traumato-ortopédica e neurológica e possui experiência em recuperação neurofuncional.
Gil Soares
Auxiliar de Serviços
Possui experiência em atendimento ao público e vendas de produtos e serviços. Diariamente motiva a todos com o seu carisma e solicitude, além de apoiar e incentivar os alunos sempre que presencia as conquistas individuais cotidianas.
Estagiários
Andréia Mariano |
Tayná Alves |
Estagiária de Fisioterapia |
Estagiária de Administração |
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Mensagem das fundadoras
"No dia 1o de novembro de 2006, fui fazer uma apresentação de circo. A música estava alta e as pessoas animadas, subi na lira, uma espécie de trapézio em forma de arco, e ela estava há 6 metros de altura do chão. Comecei minha coreografia, virei de cabeça para baixo e, de repente, o cabo que sustentava o aparelho arrebentou e caí no meio da multidão. Desmaiei imediatamente. Acordei no hospital sem entender muita coisa e com a informação que eu tinha fraturado o crânio, três vértebras e que minha medula tinha sido rompida. Fiz a cirurgia para colocação de pinos de sustentação na coluna e iniciei vários programas de fisioterapia. Foi-me dito que eu tinha que aceitar, que era coisa do destino, que existiam situações piores no mundo etc, mas eu não conseguia acreditar que não poderia mover minhas pernas novamente. Logo eu, que sempre fui atleta, praticante de yoga e circo. Infelizmente, a fisioterapia limitava-se a não me deixar piorar, a não ter encurtamentos ou perder ainda mais movimentos. Mas não falava-se em recuperação ou em esperanças. Não me conformando com isso, sempre pesquisei outros tratamentos e técnicas, até que um dia li no jornal uma matéria sobre um tratamento que estava sendo muito bem sucedido, em Carlsbad, uma cidadezinha na Califórnia – EUA. A matéria não explicava bem como era o tratamento, mas falava em esperança e na possibilidade de reabilitação. Era tudo o que eu precisava ouvir. Fiz minhas malas e parti para os Estados Unidos. Passei quase um ano me tratando lá, re-educando e treinando o meu corpo. Vi coisas inacreditáveis acontecerem com os outros lesados medulares e comigo; vi lesados medulares andando novamente! Eu ainda não caminho, mas estou treinando arduamente para isso! Já recuperei muitos movimentos e habilidades que eu havia perdido e que a medicina considerou como impossíveis para meu tipo de lesão. Contudo, senti muitas saudades daqui e resolvi voltar, mas trouxe o método comigo e, junto com minha grande amiga, abri este Centro de Recuperação da Lesão Medular." Karen Sakayo
"Quando soube que minha amiga de infância havia sofrido um acidente gravíssimo, só conseguia agradecer o milagre dela estar viva. Naquele momento, aquilo era tudo que importava. Fui informada que ela ficaria paraplégica e que usaria uma cadeira de rodas, sempre encarei esse fato como transitório. Eu tinha (e ainda tenho) a certeza que ela vai se recuperar. Karen passou por várias cirurgias e por muitos tratamentos e nunca desistiu de tentar. Até que um dia me falou que estava indo para os EUA fazer um tratamento que havia lido numa matéria de jornal. Meses se passaram, acompanhei daqui as melhorias contínuas dela, mas o lado emocional estava péssimo. Ela sentia-se sozinha, com muitas saudades de casa e do Brasil. Então, pedi demissão do emprego, expliquei para meu marido que ela precisava de mim e fui para a Califórnia. O que vi acontecer lá foi maravilhoso. O lugar nem parecia clínica! Acompanhei a Karen em vários tratamentos e o clima nas clínicas daqui é de tristeza, de descrença e a tratavam como se ela fosse frágil e estivesse doente. Na Califórnia existia alegria, música alta, sorrisos e muitas histórias de vitória. Testemunhei muitas conquistas da Karen, movimentos que os médicos falaram que ela não faria mais. Não demorou muito para percebermos que algo assim deveria existir no Brasil. Acompanhei o tratamento dela no Project Walk e fiz o treinamento que me habilita a auxiliá-la em sua recuperação pelo método, e foi o suficiente para que eu tivesse a certeza que queria estar envolvida com aquilo para sempre. Então, nós trouxemos o método para Brasília e abrimos nosso próprio centro, pois sei que ele ajudará a centenas de pessoas, assim como tem ajudado minha amiga." Virgínia Lira







